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Novo álbum do Junkie XL - Booming Back At You, completo na playlist :D

Booming Back At You - Nem JXL Album Review
Clique na imagem acima e abra o arquivo no Winamp ou Media Player -
Click on the image above to listen the new Junkie XL album

Muita felicidade e alegria, saiu essa semana o novo álbum do Junkie XL:D

E eis ele aqui, com análise de cada faixa e todas as músicas na integra na playlist !!

Se quiserem saber aonde arranjei o disco, não adianta chorar ou encher porque não vou disponibilizar ele pra download, ficarei apenas de seed durante essa semana. (caiu a ficha ou preciso meter porrada ?)

Segue as faixas na ordem do cd ;)

Booming Right At You: Manooooo ! Essa música é uma tentativa para cativar os atuais modeiros hip-hop, mas sem perder o toque JXL, graças a Dios :D :D

Apesar disso, são faixas como essas que me fazem admirar mais o cara, a personalidade dele em suas músicas é muito forte, seja lá qual for o estilo ! Exemplo a ser seguido, long life to Junkie e Booming Right At You.

Cities in Dust: Das músicas feitas com a voz irritante de Lauren Rocket, essa foi a que ficou melhor. O sample usado no refrão tem um Q de Oldskool que deu um peso muito bacana, e que me incentiva a erguer o volume sem medo de saber que a audição será prejudicada !!

Excelente single Mr. Junkie !

You make me feel so good: Olha o naipe do Junkie , usando descaradamente sample do Antiloop com som a lá Daft Punk !!?!?

Não que isso seja ruim, valeu pelo choque cultural, não esperava um som assim !

Alias, perceberam que o sample “You make feel so good” entra no contratempo, dando uma impressão de estar meio deslocado dentro da música ? Isso é um recurso que pode dar certo, mas que me incomoda sonoramente :P

Stratosphere: Cara, isso me lembra eu a alguns anos com o software Rebirth, admirado por ver pela primeira vez um sintetizador na minha frente e me empolgando com ele sem ter noção musical alguma XD

Essa música mostra como uma melodia tosca de teclado se torna em boa música, dependendo do arranjo utilizado. Como o arranjador foi o Junkie, sem problema. Entra então a pergunta: Alguém ai também sentiu um pouco de Kraftwerk nessa faixa dai missifi ?

Mad Persuit: Nota educativa: O vocal dessa música é de uma tal de Electrocute, por isso não é irritante.

Sabe o que me lembro quando escuto essa música ? Aquela cena do filme Moonwalker, com os carinhas usando chapéu e dançando inclinado com o Michael Jackson no cabaré !

E acho que o Junkie teve um gamegear ou andou jogando muito um ultimamente, nessa música ele já começa a dar uns toques “música de videogame” que são utilizados em algumas músicas desse álbum, em especial na faixa New toy.

More: Fuck More perdeu o “Fuck” pra não ficar tão explicito na nação da boa vontade. A música é boa, mas continuo com a opinião, é uma música de mano ouvir no opalão…só que com o toque salvador do Junkie T-T

1967 Poem: A melhor faixa do álbum :D !!!!!!!!!! A opção “repeat one” teve que ser utilizada !!

Tem um toque bem disco que me lembrou Giorgio Moroder, só que numa versão sampler atual. Pesquisei sobre o porque desse nome, mas não fui muito feliz, mas tenho certeza que se trata de uma referência inspiradora ao Jxl.

IHUUUUUUUUUUUU !!!!!
Na hora que o cara grita desesperado “FUCKKAAAAAAAAAAAAA” a música detona, dando uma animada muito boa na percussão, me fazendo entrar em êxtase !!!! É que nem no remix “I feel love” feita por quem…adivinha ! Pra mim é a prova de que Moroder foi a alma dessa música ;)

Alías, que fixação pelo verbo f*ck nesse disco né !

Zage: Soa como Chemical Brothers em seus primeiros álbuns, algo com bastante ruído e sample de voz gargantoso e estranho. “eh ehhh, eh ehhh”, até corri a música um pouco, mas não sai disso. Não que seja ruim, mas acaba se tornando monótono.

Clash:Oia que começo legal né !!! Pianinho calminho tocando com toda a calma de um riacho…então entra um sample de marchinha circense, que quebra com a entrada de uma batera acústica nervosa para fazer o fill e daaaaaaaaaa-lhe “sample linha de grave” do Fuck more. Não que isso seja ruim, orra, adorei essa música :D :D
(ela só perde pra 1967 Poem mesmo :P)

Um toque meio indiano rola entre o meio, que também me lembrou Chemical Brothers (The Private Psychadelic Reel) e rola um coralzinho estilo “rock hippie” e sintetizador antigo, daquele estilo que alguns artistas de mpb usaram lá pelos anos 80 para fazer barulho.

Muito agradavél e divertida para se ouvir dentro do carro cheio de amigos, durante uma viagem para Morretes !!

New Toy: Aqui entra o meu comentário sobre o Game gear. Bigbeat nervoso, pancadaria, ensurdecimento e essas coisas….então, no melhor do punch, dá uma paradinha pra tocar musiquinha de videogame, muito bom !!!!!!!!!!!!

Diga se não lembra Tetris :D !? Excelente, Tom Holkenborg é f*da mesmo !!!

No Way: Olha, queria saber qual a graça que o Junkie viu na voz irritante dessa tal Lauren Rocket, puta merda, com todo respeito, essa música seria muito melhor sem o vocal dessa imitadora má sucedida de gato ! Chega a doer o ouvido quando ela fala “No Way” ! E no sentido ruim da palavra, é de dar raiva !

Fazer o que, pelo menos na proporção está tudo bem, 1 ruim de 12, ainda comprarei o disco sem arrependimentos !

Alias, até agora não havia música do Junkie que eu não gostasse…puxa Jxl, porque foi fazer isso comigo :(

Not enough: Chega a aliviar o ouvido depois que saímos da No Way !!

Essa faixa me lembra Moby em sua atual fase nerd rockeiro. Até parece que ele vai começar a cantar “Look at us, were beautiful ! All the people push and pull” :D

Faixa que fecha numa calma só o disco…

Veredito final: Booming Back At You vale a pena ser comprado, fazendo jus ao Junkie e a sua qualidade sonora. Sonzinhos de videogames e alguns experimentos bem sacados deixam o disco interessante. A única coisa que cag* com tudo é a voz biscateada da Lauren Rocket, que é totalmente audível (graças aos arranjos do Junkie) exceto na faixa No way.

Derrepente foi esse o objetivo do Junkie, uma voz esganiçada para dar um ar de biscate nas músicas, sabe lá Deus…se ele quis isso o que eu posso fazer :P

Mas tirando essa faixa desgraçada, o disco vale os mais de R$60,00 necessários para compra. Pois só a 1967 Poem já vale mais de cinquentão :D

E motivo para arregaçar o som felizão, não tem preço :)

Se gostou desse post, experimente os dai de baixo ;)
  • Junkie XL: Furo de reportagem Four - Playlist do novo álbum, videocast, novo site e novo single para download :D
  • Junkie XL: Data de lançamento do novo álbum
  • Muitas novidades sobre o Junkie XL
  • Últimas do Junkie XL: Novo site sendo preparado e clipe do último single !
  • Músicas inéditas e gratuitas do Junkie XL :D
  • Agora, que tal Dar um feed no 4 ;)

    One Comment

    1. Eu tenho o cd…infelizmente em 250 kbps, uq piorou bastante a qualidade sonora, pois os cds do junkie tem muito surrund, e justaamente essa parte q sai bem prejudicada no mp3. Tirando isso, vamos a criatividade.
      Junkie XL, na minha opinião, esta mudando, (evoluindo?), e eu n estou gostando do rumo…
      As musicas do cd estão enjoadas, muito mais repetitivas duq nunca, com menos instrumentos, mais toques eletronicos, menos variações mudanças de tempo, os efeitos surround estão previsiveis.
      Apesar de tudo, ainda acho legal o cd, algumas musicas salvam.
      A incrivel stratosphere, melhor musica do album, tem mais a cara do junkie, New toy, muito interessante criativa, clash, cities in the dust apesar da estridencia da voz da “foguete”, you make me feel so good, interessante, chatinha n vou negar e mad pursuit.
      Não espere encotrar nada muito parecido com def beat, war, no remorse, zerotonine, mushoroom, beauty never fades, breezer, talk remix…
      To um pouco decepcionado…
      MUITO GRAVE BATIDO, pouca criatividade.

      Resposta do Mestrechronos: O que você diz é verdade cara, o Junkie não estraga, pois é um artista excepcional, porém da pra perceber muito claramente que ele está tentando seguir uma linha mais comercial, provavelmente para garantir o pão de cada dia.

      Isso soa estranho, pois que nem os singles que você comentou no final de seu comentário, eles simplesmente tem nada haver com as músicas desse último álbum do Jxl. Se não fosse a inconfundível identidade sonora do Junkie XL, daria até para dizer que elas são de outro artista (gostei de todas que você citou, inclusive a Zerotonine, que é uma das minhas preferidas :D)

      O uso de vocal da “foguete” (curti o termo !!) é algo que não entendo, a indivídua deve ser chegada do cara, pois o voz lazarenta de estridente e irritante…que nem disse no post, se era pra dar uma biscateada nas músicas, o objetivo foi alcançado !

      Só tem algo do Junkie que me deixa triste (além da música No way)…é ele ter parado de produzir as faixas Future in Computer Hell, eu adorava escutar todo experimentalismo dessas faixas :D

      1. marcelobtp on maio 27th, 2008 at 9:44 pm

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