Fazem uns 8 bons anos que eu não tinha um videogame, sendo meu último um N64 com male 4 fitas (Mario 64, Mk Trilogy, International SS Soccer e 007 Goldeneye), pois cartucho pirata para o console era lazarento de caro, original então fora da lista de compras regulares, ainda mais sendo uma aborrecente sem emprego.
E a umas 2 semanas a criança aqui ressuscitou comprando um Play2. Mas oiii !!! Sei que PS2 já é geração passada, mas fuck off, em 8 anos parados teve muuuuuitos jogos que sequer encostei o dedo, sabem, até então male tinha jogado nesse console o Burnout 3, GTA San Andreas e um Asterix que toca tuche nervoso na hora da bordoada.
Ai o piazão, loco de faceiro, foi escolher os joguinhos que teria, já que poderia escolher 5 piratoídeos. E um dos escolhidos foi o Final Fight Streetwise. Quem viveu a era 16-bits entende bem o porque da curiosidade em conhece-lo.
Achei engraçado que, antes de selecionar o game, li em vários reviews pela internet como o pessoal reclamava do jogo, que ele tinha nada haver com o clássico nhenhenhe. Mas caspeta, assim que comecei a jogar eu achei o game muito bem ambientado para a idéia original do Final Fight: briga de rua.
Para isso nada melhor do que um guetão nervoso, com mano pra tudo quanto é lado, malacos batendo carteiras, bêbados na rua e botecos em esquinas…e assim que é o jogo, tem como ser melhor ambientado ?!! E pra fechar o pacote, rola hip hop direto, não que eu seja um fã do estilo, mas pro cenário cabe muito bem, yo yo \o\
Conclusão: Todos reviews feitos pela geração Play2, essa molecada imbecil que comenta sem ler e que jogam gráficos.
Eu me diverto demais com o game, os combos, mesmo simples, garantem a felicidade. E depois que aprendi a dar voadora “dois-pés-luta-livre-style” com o Haggar, fica melhor ainda. Qualquer merdinha eu to dando esse golpe nos calçudos
Visto bem de longe, o jogo lembra um “GTA limitadão”, pois da pra andar livre pela cidade, fazer side-missions e comprar coisas com o dinheiro chutado de quem apanhou de você.
Mas porque do título no post ?
Street of rage 3 ficou conhecido entre os Megadraivianos como o de história mais zoada. De briga contra gangues, o jogo se tornou algo cyberpunk, com direito a personagem véio-robôtico e um monte de tranqueira futurista, que é legal, mas não cola com o conceito original do jogo. Dá pra jogar ? Dá…mas fica aquele ar de WTF que a série não merece !
Essa mesma situação acontece com esse Final Fight. A história no começo do jogo é boa: rolo contra a máfia, clubes da lutas, drogados e tudo aquilo de bom que já comentei e que gostei muito.
Só que pra perto do final do game, ele vira um Resident Evil, com a cidade infestada de zumbis e aberrações !!! Se isso é ruim, claro que não, tesão pregar a mão nos Maramax (vide Blood), mas fío, isso é Final Fight !! Porque os últimos chefes são os Cavaleiros do Apocalipse ? É isso mesmo que escrevi, não estou sendo sarcástico !
Isso não mata o jogo nem justifica os reviews detonando ele, mas será que a Capcom não percebeu aqui que as vezes, as histórias mais simples são a que melhores se encaixam ?
Que continuasse as brigas com líder de gangue, sequestro de filha de prefeito, máfia russa, tráfego de drogas e afins, não iria estragar o jogo. Só não precisava zumbizar o roteiro para ele ficar com cara de “Anime Complexo que só Otaku entende”
Essa parte sim tem nada haver com o clássico, o resto do jogo está excelente, jogabilidade simples, altas bordoadas, quebração de carro e taco de beisebol em neguim caído no chão. O que esse povo dos reviews esperava, um game em 2D ? (por mais que fosse legal se ele saisse assim
)
Nota Educativa: Assim estreio a nova categoria “Retrogames” onde não me reprimirei para falar de games antigos
E assim que chegar em casa, vou dar um jeito de tirar uns screens do Final fight Streetwise para ilustrar o post e deixa-lo mais atraente, ui !
Agora, que tal Dar um feed no 4 ;)



















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